A necessidade e importância do apelo ao reavivamento e reforma na Igreja do século 21

Introdução

Historicamente, o povo de Deus frequentemente conviveu com a necessidade de reavivamento e reforma. Essa busca não significa trazer algo novo, ou seja, inédito, mas antes “resgatar” algo que se perdeu. A ideia da restauração, reavivamento e reforma não é estranha à Bíblia. Ela presume duas coisas: 1) que há um padrão pelo qual se espera que o povo de Deus viva; 2) que um afastamento desse padrão exige arrependimento e retorno.

O padrão divino, desde a Criação requer que o ser humano seja a imagem e semelhança de Deus (Gn 1:26-27). Com a entrada do pecado, essa semelhança foi perdida (Gn 3:7-13). Desde então, Deus tem trabalhado com Seu povo estabelecendo pactos, alianças e leis para reaver o relacionamento perdido e restaurar a Sua imagem no ser humano (Gn 3:15; 9:1-18; 12:1-3; Ex 20:1-17; 21-40). Ao longo do Antigo Testamento, Deus utilizou patriarcas, profetas e governantes da nação de Israelita para serem os depositários do evangelho. Eles deveriam anunciar a salvação ao mundo antigo. Israel tinha a missão de ser a cabeça, o farol, a luz para os povos. Deus os colocou na Palestina, o centro das principais civilizações do mundo (Europa, Ásia e África). Estavam em um local estratégico, no centro do mundo para ser um reino de sacerdotes, atraindo os povos para o verdadeiro Deus (Gn 12:1-3; Ex 19:6; Dt 28:9; Lv 26:12).

No percurso da história do Novo Testamento, Cristo e os apóstolos foram os depositários das boas novas em seus dias. No período pós-bíblico, os reformadores e os pioneiros do movimento adventista foram os depositários. Desde o inicio da igreja cristã, cada membro é um depositário do evangelho, através da utilização dos diversos dons concedidos pelo Espírito Santo para a edificação do corpo de Cristo, crescimento na graça, glorificação a Deus e expansão do Seu reino (1Pd 2:5, 9, 1Co12: 1-30).

 

A Palavra de Deus descreve que chegaria o tempo em que o Espírito seria derramado “sobre toda carne” (Jl 2:28). A igreja apostólica presenciou o cumprimento parcial desta promessa no dia de Pentecostes (At 2: 1-13). Os adventistas do sétimo dia entendem que o cumprimento pleno desta profecia (chuva serôdia) se dará antes do grande e terrível dia do Senhor anunciado pelo profeta Joel (Jl 2:28-32).

 

Charles G. Finley apresenta algumas características de uma igreja que necessita de reavivamento: falta de amor; desunião e divisão; mundanismo; pecado; controvérsia e discórdia; soberania da maldade e letargia espiritual. Essa descrição está em conformidade com a visão do apóstolo João ao descrever a última igreja do Apocalipse em seu estado de frieza, mornidão e indiferença (Ap 3:14-21).

 

O Chamado ao Reavivamento e a Reforma no Antigo Testamento,

Novo Testamento e Últimos Dias

 

A experiência de Israel, marcada por imitar os povos de seus dias, adotando seus costumes e práticas, não é única. Ela se repete em cada geração. Apesar de toda a luz e conhecimento os israelitas foram infiéis, não permitiram que a imagem de Deus fosse moldada neles através do Espírito Santo e fracassaram no cumprimento da missão. Os israelitas foram punidos por causa da imoralidade (Nm 25) e por causa dos desvios das ordenanças referentes à adoração (Nm 15:32-36; Lv 10:1-2; Nm 16). Foram deixados à mercê de suas próprias escolhas.

 

Devido a essas constantes experiências de aproximação e afastamento do Senhor, sacerdotes, reis e profetas foram usados para chamar o povo de volta ao ideal do Senhor (At 7:51-53; Jr 3:22;  6:16). Assim ocorreu nos dias de Elias, (1Rs18-19), Asa (2Cr 151-19), Josias e Judá (2Rs 22-23), Josafá (2Cr 17:1-19), Ezequias (2Rs 18:1-12), Esdras (Ed 6-10) e Neemias (Ne 8-13) para citar alguns.

 

No Novo Testamento o apelo ao reavivamento e reforma foi feito por Cristo pouco antes de Sua ascensão (Lc 24:49). A igreja cristã era composta de 120 pessoas que subiram para o cenáculo, onde se reuniram e perseveraram unânimes em oração. Ellen G. White descreve o que os discípulos fizeram para serem alcançados pela chuva temporã: “Foi pela confissão e pelo abandono do pecado, por meio de fervorosa oração e da entrega pessoal a Deus, que os discípulos se prepararam para o derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes. “O mesmo trabalho deve ser feito agora”.  Obreiros Evangélicos, p. 507, sublinhado acrescentado. Ao cumprir o dia de Pentecostes todos ficaram cheios do Espírito Santo (At 1:12-14; 2:1-4). “O Espírito Santo fez por eles o que não teriam feito por si mesmos em toda a sua existência”.  (Eventos Finais, p. 160).

 

Em cada período histórico a reforma foi específica em uma determinada área, mas todas, sem exceção, foram iniciadas com o retorno à palavra de Deus, lendo-a, ouvindo-a e praticando-a (Is 8:20; Tg 1:22). Os apelos ao reavivamento e reforma foram rejeitados por alguns e atendidos por outros (Rm 9:27). Comentando sobre o tema, o apóstolo Paulo diz: “Estas cousas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co 10:11).

 

Nestes dias finais, à semelhança da nação israelita, o remanescente atual necessita de reavivamento e reforma (Ap 3:14-21). A falta destes pode comprometer a identidade, as crenças, o estilo de vida, a missão e a salvação do remanescente. Elias e outros reavivamentistas do Antigo Testamento apelaram para uma reforma e um reavivamento entre seus contemporâneos. Os adventistas do sétimo dia entendem que representam o “Elias” para os dias que antecedem a vinda de Jesus. O movimento de reforma e reavivamento nestes últimos dias causará uma sacudidura na igreja remanescente, possibilitando assim o derramamento da chuva serôdia. Através do alto clamor, a terceira mensagem angélica será proclamada com mais intensidade (Ap 18:1-4; 14:9-12). Todos esses eventos culminarão com o regresso de Cristo (Jo 14:1-3). Por essas razões, o adventismo do sétimo dia não é mais um movimento que compõe o cenário religioso. Ele possui uma mensagem profética singular para ser proclamada a toda nação, tribo, língua e povo (Ap 10:1-11; 12:17; 14-6-12).

 

O Papel da Liderança da Igreja em Apelar ao Reavivamento e Reforma

 

A aspiração da liderança da igreja em promover e buscar reavivamento e reforma está em conformidade com a visão do apóstolo Paulo que, ao escrever à igreja de Roma declarou: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo; já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando a princípio cremos. Vai alta a noite e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes. Mas revesti do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13:11-14).

Por meio dos escritos de Ellen G. White, Deus deu instruções claras e oportunas à liderança da igreja: “O espírito manifestado pelo líder será em grande parte, refletido pelo povo. Se os líderes que professam crer nas solenes e importantes verdades que devem pôr a prova o mundo neste tempo, não manifestarem nenhum zelo ardente no preparo de um povo para estar de pé no dia de Deus, devemos esperar que a igreja seja descuidada, indolente e amante dos prazeres” (Thern Watchtman, 29 de março de 1904).

 

Se o objetivo da liderança é ver o povo de Deus cheio do fogo do Espírito Santo, o fogo da reforma e do reavivamento devem ser acesos primeiro no coração da liderança. “Se forem indiferentes, inativos, destituídos de zelo religioso, o que se pode esperar do povo a quem eles ministram?” (Thern Watchtman, 28 de junho de 1904).

 

O futuro do povo repousa sobre os ombros de seus líderes. Estes determinarão em grande parte os rumos da igreja. Aquilo que a liderança religiosa é, as pessoas certamente serão. Se a liderança não buscar o reavivamento e a reforma, o povo terá pouco interesse nas coisas espirituais (Ml 2:7-8; Am 4:6). Não obstante, se os líderes se dedicarem a fazer a vontade de Deus, a glorificá-Lo perante o mundo, o povo refletirá a dedicação e a qualidade da liderança.

 

A reforma do povo de Deus se dará através de uma sábia atitude pastoral, pregando sermões espirituais com sólido fundamento bíblico. Sermões agressivos, atitudes legalistas e radicais pouco farão nesse sentido. O conselho bíblico é: “Não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos exércitos” (Zc 4:6). Será difícil reavivar a fé, a religiosidade, a esperança e o primeiro amor das ovelhas, quando o pastor (líder) não se compadece delas (Zc 11:5).

 

A Liderança da Igreja do Século 21 Deve Ter Cuidados ao Promover

o Apelo ao Reavivamento e à Reforma

 Deve-se estar atento aos reavivamentos promovidos por falsos profetas, (Mt 24:5,11,24), que não levam à reforma, conversão genuína, compromisso com a palavra de Deus, obediência à Sua lei e desviam a atenção das pessoas para a importância de se prepararem para a segunda vinda do Senhor (Is 8:16 e 20; 1Jo 2:4; Tg 2:12). Nesta busca por reavivamento e reforma deve-se considerar a atuação do inimigo de Deus, agindo fora da igreja para fazer uma contrafação da chuva serôdia. As forças do mal estão se arregimentando e consolidando, elas estão se robustecendo para a última grande crise.

 

No movimento neopentecostal a igreja ao longo dos anos caiu no formalismo e ritualismo mortos. Para a igreja ser relevante na atualidade precisa de um reavivamento. Frederick Dale Bruner, em seu livro “Teologia do Espírito” faz a seguinte afirmação sobre o movimento pentecostal que cura, liberta, opera milagres, fala em línguas e expulsa demônios: “Os pentecostais acreditam que seu movimento é a última chuva serôdia ordenada por Deus para trazer a plenitude da grande colheita, a fase imediatamente anterior ao segundo advento, o prelúdio do fim”. (Edições Vida Nova 1986, p.19-20).

 

Quanto à contrafação do inimigo de Deus no tempo do fim através de falsos movimentos de reavivamento que não conduzem a uma vida de santidade, obediência e à Palavra de Deus, Ellen White fez a seguinte afirmação: O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos. Naquele tempo muitos se separarão das igrejas em que o amor deste mundo suplantou o amor a Deus e à Sua Palavra. Muitos, tanto ministros como leigos, aceitarão alegremente as grandes verdades que Deus providenciou fossem proclamadas no tempo presente, a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor. O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão”. O Grande Conflito, p. 464.

 

Na medida em que nos aproximamos do tempo do fim, a pessoa e obra do Espírito Santo assume um papel de importância vital. Os falsos movimentos ao serem promovidos farão uma contrafação da verdadeira atuação do Espírito Santo na vida do crente. Como adventistas do sétimo dia, não há dúvida quanto à pessoa e obra do Espírito Santo. Cremos que o Espírito Santo não é um anjo, uma força ou uma influência de Deus, nem uma energia, mas uma Pessoa (Gn 6:3 12:12; Jo 16:8; At 13:2; Rm 8:26; 2Pd 1:21;1Co 2:10,11; Is 63:10; 2Sm 23:2; At 13:2; Jo 14:26; 16:8,13). Ele é verdadeiramente Deus juntamente com o Pai e o Filho, formando a Trindade divina (Mt 28-18-19, At 5:2-4). O Senhor não permitirá que Satanás engane, com falsos reavivamentos, aqueles que são ricos do poder de Cristo, conhecedores de Sua palavra e das profecias de Daniel e Apocalipse (Jo 7:17). Segundo Ellen G. White a compreensão das profecias promoverá um grande reavivamento nos filhos de Deus: “Quando nós, como um povo, compreendermos que este livro se refere a nós, então haverá um grande reavivamento.” Testemunhos para Ministro, p. 114.

 

A Liderança da Igreja Século 21 Apela ao Reavivamento e Reforma

 

A liderança mundial da igreja adventista do século 21, sensibilizada pelo Espírito Santo, entendeu que chegou a hora de despertar o gigante adormecido, sair da zona de conforto e da comodidade do mundo pós-moderno. Esse apelo se deu por ocasião da eleição do pastor Ted Wilson como presidente da igreja mundial no final do mês de julho de 2010 em Atlanta. Suas primeiras palavras no sermão de apresentação foram claras e incisivas e mostraram a necessidade de levar a Igreja a um movimento de reavivamento e reforma, buscando o Espírito Santo e a chuva serôdia. Ele também reafirmou a importância de aprofundamento do estudo da Bíblia, da oração e da confiança nos escritos de Ellen G. White. E, ao final, destacou a necessidade de se manter a visão do povo remanescente, que se prepara diariamente para a volta de Jesus e cumpre a missão, preparando outras pessoas para terem a mesma esperança.

 

A visão tornou-se uma realidade para a igreja no concílio anual da Associação Geral, nos Estados Unidos, onde cada ano se reúnem mais de 300 líderes, pastores e membros representando a igreja em todo o mundo. Este foi o primeiro concílio dirigido pelo novo presidente, pastor Ted Wilson. Nesta ocasião foi apresentado, analisado e votado o documento que alcançaria milhares de adventistas em todo o mundo: “Apelo Urgente por Reavivamento, Reforma, Discipulado e Evangelismo”.

 

Na introdução do documento “Apelo urgente por Reavivamento, Reforma, Discipulado e Evangelismo”, a liderança mundial da igreja reconhece as seguintes dificuldades: a necessidade de viver e proclamar a verdade nestes últimos dias; a iminência da segunda vinda de Jesus; a singularidade do movimento adventista; a missão de alcançar mais de seis bilhões de pessoas, parece impossível: A tarefa é esmagadora”; o rápido cumprimento da grande comissão em algum momento próximo parece improvável.

 

Além desses desafios citados pelo documento, a igreja adventista do século 21 tem outros grandes desafios ao alcançar as cidades: a mentalidade pós-moderna, o misticismo, o espiritismo, o evolucionismo, o relativismo, o hedonismo, o materialismo, o individualismo, o consumismo e a independência.

 

A reposta para esses grandes desafios está na “chuva serôdia”. O mundo contemporâneo está à espera de um cristianismo autêntico em todas as esferas da vida. Não basta pregar no púlpito, é preciso pregar através do exemplo diário, ou seja, através de um estilo de vida cristão. O homem contemporâneo se converterá não pelos sermões, mas pelo convívio com os cristãos.

 

É impossível evangelizar o mundo contemporâneo sem o poder do Espírito Santo. Pode-se pensar que o homem pós-moderno será levado a Cristo se lhe falar de forma erudita ou, quem sabe, oferecendo-lhe algo semelhante ao que está acostumado no mundo; assim, tenta-se fazer da igreja um clube social, um programa de auditório ou uma academia de intelectuais, se esquecendo de que a sabedoria do evangelho atua em outro nível e é operada pelo Espírito Santo. Em Atos 1:8, o Senhor prometeu: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da Terra”. Portanto, sem a ajuda divina, as tentativas de fazer novos conversos serão infrutíferas.

 

O papel da igreja e de cada membro, no século 21, é estar buscando continuamente a presença de Jesus e o poder do Espírito Santo. Infelizmente cria-se um falso conceito de que a condição imediata do retorno de Cristo sugere maior busca do Espírito por parte do crente. A necessidade de buscar o poder do alto é uma constante em qualquer período da história (Mt 6:33). Quando de joelhos, se contempla a perfeita e imaculada justiça de Jesus, e se verifica a pecaminosidade individual. A justificação pela fé lança no pó a glória do homem (Rm 5-8). O genuíno reavivamento não se baseia nos impulsos do momento nem no emocionalismo, de curta duração, mas na oração sincera, no estudo da Bíblia e no testemunho.

 

Conclusão

            Não se pode esperar reavivamento sem um retorno à Palavra de Deus e um compromisso com Sua lei. Não se pode esperar reavivamento, quando os corações são mais voltados para os programas de televisão do que para a oração. Não se pode esperar reavivamento enquanto se estiver mais interessado na página matinal de esportes do que nas devoções matinais. Não se pode esperar reavivamento enquanto a violação da mensagem da reforma de saúde estiver obstruindo o cérebro, de maneira que não se possa discernir a voz do Espírito. Não se pode esperar reavivamento enquanto as mentes estiverem cheias de preocupações com a moda, em lugar de estarem com pensamentos sobre a imaculada veste da justiça de Cristo. Não se pode esperar reavivamento enquanto não se conhecer profundamente a Bíblia e o Espírito de Profecia. Há um preço a pagar pelo reavivamento: arrependimento; oração; confissão de pecado; estudo da Bíblia; passar tempo com Deus; mudança de vida; missão em ação. Todos que buscam reavivamento devem entender que não há atalhos e soluções fáceis.

 

Chegou o tempo, a hora é agora! A chuva temporã já veio para o povo de Deus no inicio da igreja cristã, agora é a hora do remanescente de Deus se levantar, sair da zona de conforto, comodidade e buscar a chuva serôdia. Deus foi fiel em cumprir a promessa feita a Seu povo no decorrer da história, e será fiel para cumpri-la também no tempo do fim. Com toda humildade e ousadia devem os lideres de Deus se levantar e, como diz o profeta: “tocai a trombeta em Sião, e dai o alarma no meu monte santo. Tremam todos os moradores da terra, porque o dia do Senhor vem, já está perto… Ainda assim, agora mesmo diz o Senhor. Voltai para mim de todo o vosso coração, com jejum, com choro e com pranto. Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa ao teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao opróbio. (Jl 2:1,12,17)

 

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Pr. Paulo Godinho – Diretor de Ministério Pessoal da União Este Brasileira

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